terça-feira, 10 de setembro de 2013


10/09/2013 08h03 - Atualizado em 10/09/2013 09h06

Colecionador do AC guarda caminhão da Segunda Guerra e outras relíquias

Caminhão foi utilizado pelo exército alemão durante a 2ª guerra mundial.

Rayssa NataniDo G1 AC

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Impossível entrar na casa do desembargador aposentado Arquilau de Castro Melo, de 60 anos, e não se sentir um viajante do tempo. O lugar ficou pequeno para tantas relíquias. Entre elas está o item considerado mais valioso: um caminhão utilizado pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), ainda em perfeito estado de funcionamento. 
Fabricado em Olten, na Suíça, pela indústria Berna, o carro foi adaptado e utilizado para transportar judeus aos campos de concentração e câmaras de gás, em 1943. "Ele foi feito para Hitler. Apesar da Suíça se considerar neutra, ela entrava na guerra não com soldados, mas dando todo suporte logístico", comenta o colecionador, que é também fascinado pela história.
Arquilau de Castro Melo Acre (Foto: Rayssa Natani / G1)Caminhão modelo Berna é de 1943
(Foto: Rayssa Natani / G1)
O veículo raro foi comprado há quatro anos de um comerciante de Cruzeiro do Sul, segunda maior cidade do Acre. Arquilau acredita que, após a guerra, os alemães queriam se ver livres dos objetos que lembrassem o Holocausto [termo usado para se referir à perseguição e ao extermínio de grupos contrários ao regime nazista, especialmente os judeus]. “Como em Cruzeiro do Sul os primeiros padres eram alemães, eles utilizavam esse caminhão, a princípio, para serviços da diocese e, posteriormente, venderam ao comerciante que me repassou”, conta.
O colecionador procurou conservar as peças originais do veículo. Segundo ele, até mesmo o motor ainda é original de fábrica. "Apenas a carroceria de madeira que foi se deteriorando e os faróis tiveram que ser trocados", comenta. Pelo menos três vezes por semana o carro é ligado e a manutenção é realizada regularmente.
Arquilau de Castro Melo Acre (Foto: Rayssa Natani / G1)Caminhão foi usado pelo Exército alemão na 2ª Guerra Mundial (Foto: Rayssa Natani / G1)
Museu itinerante
Motivado pelo desejo de contar histórias e mostrar os costumes de diferentes épocas com a ajuda dos objetos antigos, Arquilau pretende criar um museu sobre rodas no Acre. “É uma forma de viajarmos um pouco e nos entendermos como gente”, destaca.
Entre lampiões, porongas, máquinas de escrever, vitrolas e até as primeiras ferramentas utilizadas pelos seringueiros para extração do látex, está o Berna 1943. Os objetos reunidos fazem uma conexão histórica e econômica entre o Acre, produtor e exportador de borracha para os países aliados, e a Segunda Guerra.
A ideia do colecionador é levar o veículo para escolas para que ele seja utilizado junto com os demais objetos como material didático. “É a melhor forma de dar aula de história, levando o museu ambulante cada semana para uma instituição, para mostrar às crianças e aos jovens o que foi a conquista do Acre, quando mais de 50 mil homens vieram do Nordeste para produzir borracha para a Segunda Guerra."
O projeto do museu itinerante já foi escrito e o idealizador aguarda pela abertura de um novo edital da lei de incentivo à cultura para colocá-lo em prática. “Pretendo conseguir levantar verba para fazer isso, porque obviamente tem um custo. Mas se não conseguir, uma hora vou me zangar, pegar esse caminhão, levar para a praça junto com esses objetos e começar os trabalhos”, brinca.
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Arquilau de Castro Melo Acre (Foto: Rayssa Natani / G1)Peças originais do caminhão foram preservadas (Foto: Rayssa Natani / G1)

sábado, 7 de setembro de 2013

O estudante que virou assaltante

7 de setembro de 2013 - 8:13:31
Luciano Tavares – da redação de ac24horas
lucianotavares.acre@gmail.com
O histórico escolar e a ficha criminal do estudante Jeferson de Araújo Silva, 18 anos, que morreu na última quinta-feira, ao tentar cometer um assalto – VEJA VÍDEO – , na loja City Lar, no 2º Distrito de Rio Branco, são característicos de um jovem com iniciação no mundo crime.
Jaferson ou “Jack” como era conhecido, usava um uniforme da escola Diogo Feijó durante o assalto. Mas o fardamento, na verdade, seria apenas uma estratégia usada por ele para afastar suspeitas sobre a sua pessoa para poder cometer o crime.
Jeferson e diretoUm dia após o ocorrido que abalou a sociedade acreana, ac24horas esteve na Escola Padre Diogo Feijó, onde Jeferson chegou a estudar, no Conjunto Abrão Alab, no bairro Floresta, uma das mais tradicionais em Rio Branco. Era feriado no Estado, mas por causa da última greve da Educação, para não perder o ano letivo, o estabelecimento funcionou normalmente.
A reportagem teve acesso ao histórico escolar do jovem. Segundo o histórico, Jeferson se matriculou pela primeira vez na unidade no ano 2009. Ele havia estudado parte do Ensino Fundamental na escola João Mariano, no bairro Taquari. Na época ele tinha 15 anos e sua mãe, dona Lucinete Silva de Araújo, o matriculou na 8ª série, hoje 9º ano. Naquele ano, na 8ª C, ele ficou reprovado. As notas de Jeferson eram sempre em média 4,0. No ano seguinte, em 2010, o aluno número 20 da caderneta de chamada da 8ªTurma F, chegou a frequentar algumas aulas, mas depois desistiu.
No começo de 2013, Jeferson voltou a Escola Padre Diogo Feijó, mas a única vez em que ele pisou no estabelecimento foi no dia de sua matrícula, em 04 de fevereiro. Jeferson se matriculou no 1º módulo do EJA (Educação de Jovens e Adultos) para estudar no turno da noite. Depois disso, nunca mais ele apareceu na escola e é tido como desistente, informa seu histórico escolar
“Ele não era mais aluno. Era um ex-aluno. Matriculou esse ano, mas não tinha mais vínculo”, disse o diretor da unidade, Francisco das Chagas Lira.
A desistência das aulas pode estar associada ao uso de drogas e seu prematuro ingresso no mundo do crime.
Quando menor de idade, Jeferson teve várias passagens pela Pousada do Menor e aos 18 anos já tinha em sua ficha policial crimes como furto qualificado, roubo, prática de violência domestica e porte de droga para consumo.
Jeferson  Assaltante morto_boletim_700g
 “Jack” residia no bairro Taquari, na Rua do Passeio. Sua mãe, Lucinete Silva de Araújo, segundo pessoas próximas, chegou a se mudar para o bairro Esperança para tentar salvá-lo da influência do mundo do crime no bairro onde morava.
Jeferson  Assaltante morto_ficha policial_
“Ele era da correria. Tinha umas passagens pela Pousada e sempre fazia o 157 (linguagem usada no meio policial e no mundo do crime para distinguir os assaltantes a mão armada. Número do artigo referente ao assalto). Era moleque da correria, que fazia uns roubos para curtir entendeu”, diz um amigo, que pede para não ter seu nome revelado.
Porém, a “correria” de “Jack” terminou na última quinta-feira, quando ele armado entrou na loja City Lar, na Via Chico Mendes, e ao tentar promover um assalto trocou tiros com o sargento Cleiton Aquino, do 4º Batalhão da PM, que estava à paisana no local. Na troca de tiros, o assaltante morreu na hora e o policial faleceu horas mais tarde na UTI do Pronto Socorro, depois de não resistir a uma cirurgia no abdômen, local onde foi atingido durante a tentativa de assalto.
A reportagem não consegui confirmar a informação de que Jack era filho de um policial militar que chegou a trabalhar com o sargento morto.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013



06/09/2013 17h 02
 
Chupinguaia

Aos 113 anos, um dos homens mais velhos do Brasil mora em Rondônia

Aos 113 anos, um dos homens mais velhos do Brasil mora em Rondônia
Nascido na cidade de Carlos Chagas (MG), no dia 10 de janeiro de 1910, o aposentado Felício Ferreira dos Santos é, seguramente, um dos homens mais velhos do Brasil e figura entre homens mais longevos também do mundo. Embora seus documentos contabilizem “apenas” 103 anos, o ancião garante que tem uma década a mais. Segundo explica, na época em que nasceu, era comum os pais levarem anos para providenciar a documentação dos filhos. “Ele tem mesmo é 113 anos”, revela um neto de Felício, servidor da prefeitura de Chupinguaia.
Morando na cidade vizinha há cerca de 25 anos, Felício, segundo os familiares, nunca se queixa de dores ou apresenta problemas de saúde. “Ele gosta das reuniões e dos eventos do Centro do Idoso e até dança nos bailes”, diz um dos netos, acrescentando que, além do físico “firme”, o avô também é bom de memória.
Pai de 12 filhos, sendo que a mais velha está com 87 anos, Felício, que era agricultor antes de aposentar, mora sozinho numa casa, ao lado da residência da neta encarregada de cuidar dele. Anda bastante a pé e é uma das figuras mais conhecidas e respeitadas de Chupinguaia. 
Na foto que ilustra esta reportagem, o “velhinho” aparece ao lado da advogada e assessora do Juizado Especial no Fórum de Vilhena, Alle Sandra Adorno, durante na operação Justiça Rápida realizada recentemente em Chupinguaia.


Fonte: Folha do Sul Online


06/09/2013 17h 09
 
China

China reconhece emprego de "punheteira"

A foto abaixo é real e foi tirada num banco de esperma na China
China reconhece emprego de "punheteira"
As senhoras que fazem o serviço não são enfermeiras nem profissionais de saúde, são mesmo “punheteiras”, uma profissão que é reconhecida na República Popular da China.

Nos Estados Unidos por exemplo fornecem aos homens revistas pornográficas para ajudar ao serviço, na China são mais avançados. 

As senhoras recebem um salário de cerca de 1200€ e é uma profissão de risco 4, devido à probabilidade de lesão por movimentos repetitivos.

Por certo que criando este novo emprego, a taxa de desemprego ia diminuir e a taxa de dadores nos bancos de esperma iria aumentar.


Fonte: Jornal da Net