quinta-feira, 28 de março de 2013

Mulher considerada chefe do tráfico em Xapuri é presa pela Polícia Civil

Xapuri
28/03/2013 07:47 - Atualizado em 28/03/2013 07:48
Mulher considerada chefe do tráfico em Xapuri é presa pela Polícia Civil
Várias denúncias sobre atividades ilícitas foram registradas na delegacia.
Por volta das 12 horas desta quarta-feira (27), investigadores lotados na cidade de Xapuri, distante cerca de 180 km da capital do Acre, Rio Branco, obtiveram êxito em retirar de circulação, a principal acusada de abastecer ‘bocas de fumo’ no perímetro urbano.

Brenda Quimbilie Marcelino da Silva, que já tem passagem por tráfico, foi detida em sua moto, numa blitz surpresa na BR 317 quando retornava para cidade, no perímetro do município, juntamente com dois comparsas, Rodisvan Souza da Rocha e Deleon Bento de Oliveira, que também estavam em outra moto.

Brenda foi detida quando retornava para Xapuri pela BR 317 com entorpecentes e mais dois homens/Foto: O Alto Acre
Brenda foi detida quando retornava para Xapuri pela BR 317 com entorpecentes e mais dois homens/Foto: O Alto Acre
Após uma vistoria, foi localizado cerca de 200 gramas de cloridrato de cocaína adquirido na cidade de Cobija (Bolívia), que iria abastecer as ‘bocas’ da cidade. O trio foi detido em flagrante pela prática de tráfico internacional de entorpecente e levados para a delegacia de Xapuri.

Segundo informações,Brenda a tempos vinha sendo investigada. A mesma fazia questão de se mostrar como uma espécie de “chefe” quando circulava pela cidade e a sociedade já cobrava providencias das autoridades.

Após sua detenção e por medida de segurança, após ser ouvida pelo delegado titular da cidade, Brenda foi transferida para o presídio estadual onde ficará a disposição da Justiça até pronunciamento e julgamento.

Rodisvan Souza da Rocha e Deleon Bento de Oliveira foram detidos com a mulher/Foto: O Alto Acre

sexta-feira, 22 de março de 2013

Efeitos da chuva: avenida inunda e carros ficam “ilhados”

22 de março de 2013 - 4:42:04
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Jairo Barbosa – jbjurua@gmail.com
fotos: Jairo Barbosa
De uma ponta a outra da cidade, a forte chuva que atingiu Rio Branco na tarde desta sexta feira (22) provocou estragos e transtornos para pedestres e motoristas.
Na Avenida Antônio da Rocha Viana, dois ônibus, um da Polícia Militar e outro de uma empresa do transporte coletivo, ficaram “ilhados” depois que a água da chuva cobriu o asfalto e impediu o tráfego de veículos.
Motoristas de vários veículos deram meia volta para fugir da cheia, mas os condutores dos dois veículos que são altos, decidiram arriscar a travessia e acabaram “presos” nas águas da chuva.
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Uma oficina que fica no mesmo local foi inundada, e os funcionários conseguiram erguer com elevadores alguns carros; outros acabaram atingidos. A companhia de Trânsito fechou a Avenida no cruzamento com a Rua Izaura Parente. Policiais informaram que o trecho será liberado somente depois que oferecer segurança para motoristas.
” Não demorou muito tempo pra avenida ficar alagada. Basta chover um pouco mais forte para esse trecho ficar assim. Não existe bueiro suficiente para escoar a água aqui. O pessoal aqui já sabe, quando vem a chuva, a gente se prepara, mas hoje ela veio muito forte e acabou acontecendo isso ai”, disse o lanterneiro Gláucio Farias, proprietário de uma oficina nas proximidades.
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terça-feira, 12 de março de 2013

Zé Maria é acusado de deixar “rombo” de quase R$ 7 milhões em Porto Acre


Zé Maria é acusado de deixar “rombo” de quase R$ 7 milhões em Porto Acre

12 de março de 2013 - 3:02:31 Salomão Matos, da redação de ac24horas
salomao.matos@gmail.com
O Ministério Público Estadual (MPE) instaurou um procedimento preparatório para investigar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelo ex-prefeito de Porto Acre, Zé Maria (PT). A investigação começou depois que o atual prefeito, Antônio Carlos Portela, o Carlinhos da Saúde, denunciou os desmandos de seu antecessor ao MPE.
zemaria no aeroA medida foi anunciada nesta terça-feira (12), através de publicação no Diário Oficial do Estado. Segundo a promotora de Justiça Marcela Cristina Ozório, que estava respondendo pela Promotoria de Defesa do Patrimônio Público quando as denúncias foram feitas, houve má gestão por parte de Zé Maria ao deixar um débito de R$ 6.000.000,00 (seis milhões) com a Previdência Social. Além disso, também existem dívidas de  R$ 300.000,00 (trezentos mil) com a Eletrobrás; e R$ 544.000,00 (quinhentos e quarenta e quatro mil) referente ao PIS/PASEP.
Segundo o MPE, entre as irregularidades denunciadas, estão a omissão de informações, extravio de documentos, e extravio de dados fundamentais à demonstração da situação financeira e física daquele município, dificultando assim, o processo de transição para o novo corpo gestor, que por conseguinte, acarreta em dano ao erário e a administração pública, ferindo preceitos e disposições legais.
Outra justificativa para o procedimento é que o MPE foi informado pelo atual gestor que seu antecessor não realizou o processo de transição como deveria, já que todas as informações solicitadas não eram enviadas ou eram remetidas com informações falsas ou contraditórias. “Segundo relatórios, havia em caixa R$ 2.000.000,00 (dois milhões), mas tudo que encontramos foi R$ 200.000,00 (duzentos mil) em conta. No âmbito da saúde, havia certa de R$ 300.000,00 (trezentos mil) em medicamentos vencidos, sem nota de empenho da compra dos produtos”, informa um dos documentos encaminhados ao Ministério Público no início deste ano.
Confira a publicação na íntegra:
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO ACRE
Promotoria de Justiça Especializada de Patrimônio Público, Fiscalização das Fundações e Entidades de Interesse Social
Número do MP: 06.2013.00000055-0
PORTARIA Nº 0014/2013/PPATRIMPU
O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO ACRE, por sua Promotora de Justiça que esta subscreve, amparada pelos artigos 127, caput e 129, inciso III, ambos da Constituição Federal, da Lei Federal 8.429/92 (Lei de Improbidade Administrativa), artigo 8º, § 1º, da Lei Federal n.º 7.347/85 (Lei de Ação Civil Pública), artigos 25, inciso IV, “b” e 26, inciso I, ambos da Lei Federal 8.625/93 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público), Resolução 23/2007, do Conselho Nacional do Ministério Público – CNMP bem como no Ato 08/2010, da Procuradoria-Geral de Justiça;
CONSIDERANDO aportou perante esta Promotoria de Justiça Especializada denúncia trazida pelos Senhores Carlos Roberto Chaves, Coordenador da Comissão de Transição de Governo Municipal, e Antônio Carlos Ferreira Portela (conhecido por Carlinhos da Saúde), Prefeito eleito do Município de Porto Acre, dando conta de possíveis irregularidades deixadas no âmbito da Prefeitura Municipal de Porto Acre por parte de seu antigo gestor, Sr. José Maria Rodrigues;
CONSIDERANDO que a priori, as denúncias formalizadas perante esta instituição consistem em supostos atos ímprobos cometidos pelo ex-prefeito daquele município, Sr. José Maria Rodrigues, tais como a omissão de informações, extravio de documentos, e extravio de dados fundamentais à demonstração da situação financeira e física daquele município, dificultando assim, o processo de transição para o novo corpo gestor, que por conseguinte, acarreta em dano ao erário e a administração pública, ferindo preceitos e disposições legais;
CONSIDERANDO a cópia do ofício 014/2012-CTGM, de 19 de dezembro de 2012, destinado ao Sr. José Maria Rodrigues, onde há requisição da Comissão de transação de Governo Municipal no que tange a demonstração contábil legalmente exigida, situação orçamentária, financeira e patrimonial, fazendo com que o ato de recebimento do cargo por parte do novo Prefeito e Vice-Prefeito fossem prejudicados;
CONSIDERANDO que é dever a prestação de contas a qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou provada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores públicos ou pelos quais a União, os Estados, os municípios e o Distrito Federal respondam, ou que, em nome destes, assuma obrigações de natureza pecuniária, nos moldes dos artigos 70 a 75 da Carta Magna, bem como disposições legais que regulam a matéria;
CONSIDERANDO que, conforme expresso na Súmula 230 do Tribunal de Contas da União, compete ao prefeito sucessor apresentar as contas referentes aos recursos federais recebidos por seu antecessor, quando este não tiver feito ou, na impossibilidade de fazê-lo, adotar as medidas legais visando ao resguardo do patrimônio público com a instauração da competente Tomada de Contas Especial, sob pena de corresponsabilidade (grifo nosso);
CONSIDERANDO a gravidade das denúncias e que caso se confirmem, configuram ato de improbidade administrativa, com dano ao erário, ou eventual modalidade ilítica tipificada na Lei n.º 8.429 (Lei de improbidade Administrativa);
CONSIDERANDO que, de acordo com o atual prefeito, o antigo gestor não realizou o processo de transição como deveria, já que todas as informações solicitadas não eram enviadas ou eram remetidas com informações falsas ou contraditórias, como apurado nos primeiros dias de sua gestão. Conta o administrador que: “Segundo relatórios, havia em caixa R$ 2.000.000,00 (dois milhões), mas tudo que encontramos foi R$ 200.000,00 (duzentos mil) em conta. No âmbito da saúde, havia certa de R$ 300.000,00 (trezentos mil) em medicamentos vencidos, sem nota de empenho da compra dos produtos”..
CONSIDERANDO que houve má gestão por parte da antiga prefeitura ao deixar o débito de R$ 6.000.000,00 (seis milhões) para a Previdência Social, R$ 300.000,00 (trezentos mil) para a Eletrobrás e R$ 544.000,00 (quinhentos e quarenta e quatro mil) ao PIS/PASEP;
RESOLVE:
INSTAURAR PROCEDIMENTO PREPARATÓRIO, a fim de apurar os fatos acima relatados e, consequentemente, para ao final, se for o caso, promover ação competente, ou medida administrativa adequada ou, até mesmo o arquivamento dos autos, assinalando como objeto deste procedimento: Suspeita de Improbidade Administrativa por parte do ex-prefeito do município de Porto Acre, com grave dano ao erário, nomeando para secretariar os trabalhos o servidor do Ministério Público Saullo Bonner Bennesby, matrícula 04810, lotado na Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público e Fiscalização das Fundações e Entidades de Interesse Social, o qual poderá ser substituído em sua ausência, pelos demais servidores em exercício nesta Promotoria, DETERMINANDO para tanto, preliminarmente:
1 – o registro da presente;
2 – a juntada dos documentos apresentados;
3 – a publicação desta no D.O.E.;
4 – seja oficiada a prefeitura municipal de Porto Acre, para manifestação acerca dos fatos em comento, bem como para prestação de esclarecimentos quanto a real situação do município;
5 – seja oficiado o TCE (Tribunal de Contas do Estado) e TCU (Tribunal de Contas da União) solicitando inspeção e Tomada de Contas Especial, caso não tenha sido aberta, quanto a gastos e empenhos sem autorização legal, e em razão dos fatos suspeitos no município de Porto Acre, além das demais questões de interesse à estes órgãos.
6 – Com a resposta, cls. para novas deliberações.
7 – Cumpra-se.
Rio Branco, 28/01/2013
MARCELA CRISTINA OZÓRIO

sábado, 9 de março de 2013

Vila Caquetá abastece mercado de portas e janelas de Rio Branco

Vila Caquetá abastece mercado de portas e janelas de Rio Branco

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Caquetá  está distante cerca de 70 km da capital acreana. Apesar de ser uma pequena vila do município de Porto Acre, desponta como um verdadeiro berço da marcenaria naquela região.
Governador Tião Viana entrega licenças ambientais para marceneiros de Porto Acre (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Governador Tião Viana entrega licenças ambientais para marceneiros de Porto Acre (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Das 18 marcenarias existentes em Porto Acre, 14 estão na Vila Caquetá. Juntas, elas abastecem praticamente todo o mercado de portas e janelas de Rio Branco, segundo informações da Secretaria de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis (Sedens).
São cerca de 60 empregos gerados pelas marcenarias na pequena vila. Parece pequeno, mas um número bastante significativo para o tamanho do lugar. Cada empreendimento fatura cerca de R$ 15 mil por mês, produzindo aproximadamente 1.700 portas e janelas para comércios e residências de Rio Branco.
Cada empreendimento fatura cerca de R$ 15 mil por mês, produzindo aproximadamente 1700 portas e janelas, para comércios e residências de Rio Branco (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Cada empreendimento fatura cerca de R$ 15 mil por mês, produzindo aproximadamente 1.700 portas e janelas para comércios e residências de Rio Branco (Foto: Sérgio Vale/Secom)
Tais números, em breve, vão se tornar ainda maiores, pois na semana passada o governador Tião Viana e o secretário da Sedens, Edvaldo Magalhães, entregaram 12 licenças ambientais de operação para as marcenarias em Porto Acre. Com isso, quase 100% das marcenarias de Caquetá se legalizaram, podendo operar legalmente.
Além disso, a Sedens viabilizou a legalização da Cooperativa de Marceneiros de Porto Acre e em breve Caquetá poderá participar das compras governamentais, produzindo portas e janelas para a Cidade do Povo, obra do governo do Acre que construirá mais de 10 mil unidades habitacionais.
Para Edvaldo Magalhães, Caquetá é um exemplo de persistência e de trabalho. "Um grupo de marceneiros que venceu a ilegalidade e se torna um dos maiores produtores de portas e janelas do Acre”, declarou.

Você sabia que o Acre é o terceiro maior produtor de açaí do Brasil?


Você sabia que o Acre é o terceiro maior produtor de açaí do Brasil?

8 de março de 2013 - 8:30:37
“Superfood” leva empresários apostarem na produção de açaí como novo ciclo econômico para o Acre - Oitenta e cinco mil mudas foram plantadas através do projeto Árvores para o Planeta. Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, consumo do açaí no Brasil vai triplicar. Acre é estratégico para exportação via Pacífico. Empresários estão de olho em novas tendências mundiais
“Superfood” leva empresários apostarem na produção de açaí como novo ciclo econômico para o Acre – Oitenta e cinco mil mudas foram plantadas através do projeto Árvores para o Planeta. Com a Copa do Mundo e as Olimpíadas, consumo do açaí no Brasil vai triplicar. Acre é estratégico para exportação via Pacífico. Empresários estão de olho em novas tendências mundiais
Jairo Carioca, da redação de ac24horas
Fotos e vídeo: Willamis França
Matéria especial do ac24horas vai levar você para conhecer o maior investimento em agronegócio dos últimos anos, localizado a 78 km da capital, no ramal Copaíba, Fazenda Providência, no município do Bujari, onde um grupo de empresários ajusta-se as tendências de consumo mundial dos produtores derivados de frutas e aposta no que os cientistas vêm chamando de “superfood”: o açaí, alimento mais completo do mundo.
Com a realização da Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas de 2016, a tendência é o alto consumo do produto no Brasil. Mas além da demanda interna, o projeto ousado está de olho no exterior. Os Estados Unidos se apresentam como maiores exportadores (60%), outros 30% vão para União Europeia.
Com a participação de apenas 1,4%, o Acre é o terceiro maior produtor de açaí do Brasil [1.000 toneladas/ano], divide a fatia de 15% produzida pelos estados do Amazonas, Amapá, Roraima e Tocantis. O maior produtor é o estado do Pará, com 85%.
É da Universidade do Pará os principais estudos de viabilidade econômica que norteiam o projeto Árvores para o Planeta. O empresário Alcindo Oliveira garante que “não tem nada de imediatista”. Ao contrário de outras iniciativas que tiveram o capital estatal associado ao capital privado, “por aqui tudo é iniciativa privada”, garantiu o empresário.
A primeira fase de implantação está em processo bastante avançado. 200 hectares de terras que eram degradadas e antes, ocupadas por bois, já receberam mais de 85 mil mudas de açaí. A reportagem conheceu a parte do plano de expansão que até o final do ano quer atingir 600 hectares de terras plantadas com açaí.
aca_02“Em 2014, ano da Copa do Mundo, nós queremos alcançar mil hectares de terras com açaí plantado, chegando a dois mil hectares em 2015. Estamos recuperando áreas degradadas, tirando o boi e devolvendo carbono ao planeta”, destaca Alcindo.
Somente com os primeiros 200 hectares já plantados, a produção de açaí no Acre será triplicada. O investimento até 2015 será de R$ 8 milhões e a expectativa é da geração de 200 empregos diretos.
Quando indagado sobre a garantia de retorno ao negócio, o empresário afirmou que somente com a venda do resíduo do açaí, “gera-se o dobro do lucro da pecuária”. Após o início da produção, R$ 16 mil será capitalizado por cada hectare plantado.
“Na Russia a cotação chegou a R$ 330 dólares. No Estado do Pará, o maior produtor, o preço do açaí chega a R$ 19”, disse Alcindo.
Área de tecnologia avançada vai garantir safra o ano inteiro
O engenheiro agrônomo com mestrado em açaí, Eleandro D´Ponte, mostrou a reportagem do ac24horas o projeto de irrigação que vai garantir a produção de açaí sem período sazonal no Acre. “A tecnologia é importada de Israel”, comentou Eleandro.
A irrigação de precisão e fertirrigação é uma tecnologia desenvolvida pelo Instituto Volcani de Pesquisa em Agricultura, e consiste na técnica de adubação utilizando a água de irrigação para levar nutrientes ao solo cultivado. Além disso, a técnica permite que, através de análises laboratoriais, o produtor tenha total controle da quantidade de água e nutrientes que a planta precisa.
“Essa primeira fase é a mais difícil, levou muitos investimentos à falência”, comentou Eleandro comemorando os resultados de plantio do projeto.
A falta de mão de obra qualificada é desafio de inclusão social
O projeto Árvores para o Planeta garante que com o sucesso do negócio a tendência é retirar da construção civil, a mão de obra
Trinta empregos diretos são gerados na primeira etapa do projeto.
Trinta empregos diretos são gerados na primeira etapa do projeto.
qualificada que o investimento precisa. Em parceria com o Instituto Federal do Acre, os empresários pretendem qualificar técnicos agroflorestais.
“Essa é uma das fases mais importantes”, analisa Alcindo.
Para fazer inclusão social, os empresários também pretendem qualificar presos em regime de progressão de pena avançado. A ideia é construir em parceria com o Instituto Penitenciário do Acre, um viveiro na Colônia Francisco de Oliveira Conde, onde também seriam formados técnicos agroflorestais que sairiam contratados para trabalhar no manejo.
Organização da cadeia produtiva é projeto de integração
A organização da cadeia produtiva é um processo que os empresários pensam para 2015, quando as fases de implantação estiverem consolidadas.
“Diferente de outros investimentos que colocaram a carroça na frente dos bois, nós vamos andar no trilho, dando os passos de forma muito planejada. Com dois mil hectares plantados, já poderemos fechar contratos com empresas como a Rede Bobis, que já manifestou interesse em comercializar o açaí em sua franquia”, disse Alcindo.
O projeto vai garantir assistência técnica e a compra do produto. Mas para isso, os investidores querem fazer o dever de casa.
“Primeiro vamos mostrar que é possível devolver ao Acre a época ouro de produção, definindo uma cadeia produtiva sustentável e com o tripé da economia verde”, voltou a falar o empresário.
Infraestrutura é contribuição do Estado
Atividade de manejo do açai pode ser consorciada com a psicultura
Atividade de manejo do açai pode ser consorciada com a psicultura
 A única contrapartida esperada pelos empresários pelo Governo do Acre é a infraestrutura necessária para a produção e o escoamento do produto. Segundo Alcindo Oliveira, já existe a necessidade de ampliação da energia para a Fazenda Providência, onde acontece a fase de execução do empreendimento.
“Isso já foi pactuado. O governador Tião Viana esteve aqui junto com o ministro Marcelo Crivela, conheceu de perto a iniciativa e garantiu que vai atender a reivindicação sobre a energia que precisa ter fase ampliada”, lembrou o empresário.
 No Brasil
 A Comissão de Educação do Senado aprovou o projeto de lei (PLS 02/11) que designou o açaí como fruto nacional. A medida tem o objetivo de proteger o açaí e evitar novas tentativas de empresas estrangeiras de patentear o nome da fruta.