terça-feira, 18 de novembro de 2008

Não sabia quem eu era.
Era o desejo, era vontade. Virei feto. A barriga cresceu e eu nasci.
Hoje sou alguém no meio da multidão, mas descobri que não sou ninguém porque não tenho uma Certidão.
Pense nisso procure um Cartório Registre seu filho mostre para ele que ele não é ninguém ou alguém ele é o seu filho e que tem uma Certidão.
Texto escrito às 21 horas e 46 minutos no Município de Porto Acre(AC) (Projeto Humaitá – Vila do Incra) por Telma Regina de Moraes Pereira - Registradora da Serventia do Registro Civil das Pessoas Naturais.

domingo, 9 de novembro de 2008

OSMOGENESIA!!??



A osmogenesia, é um carisma possuído por alguns Santos. Tal carisma, em algumas circunstâncias, permitiu percebe-se à distância perfumes particulares. Tais perfumes são definidos como odores de santidade. O Padre Pío chegou a manifestar tal carisma e estes fenômenos foram tão freqüentes que as pessoas comuns ficaram admiradas e definiram este fenômeno como “Os Perfumes de Padre Pio”. O perfume emanava de seu corpo e também dos objetos que ele tocava e também de suas vestes. Em outras ocasiões, o perfume fora percebido nos lugares onde ele passava.

Um dia, o médico de costume, retirou do tórax do Padre Pío um, curativo composto de bandagens (gases) que foram utilizadas para estancar o sangue. O médico guardou os curativos em um estojo, para ser levado a um determinado laboratório localizado em Roma, para que fossem analisados por meio de testes laboratoriais. Durante a viagem, um Oficial e outras pessoas que estavam na mesma viagem, sentiram o perfume que era emanado do Padre Pío. Nenhuma daquelas pessoas sabiam que o médico possuía em seu bolso os curativos, contendo o sangue do Padre Pío. O médico conservou aqueles curativos no seu estojo, e o estranho perfume impregnou por longo tempo o estojo, tanto que os pacientes que foram visitados pediram explicações a respeito de tal perfume.
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O Frade Modestino contou em certa ocasião: “Era uma vez, em que me encontrei de férias em San Giovanni Rotondo. Na manhã, me apresentei na Sacristia, a fim de celebrar a Missa com Padre Pío, e outros frades discutiam a fim de ter este privilégio. O Padre Pío interrompeu aquela discussão e disse – “Na Missa, que servirá comigo é ele” – e terminou por me indicar. Ninguém disse mais nada. Acompanhei o Padre até o altar de São Francisco, e o ajudei a prepara-lo para a Santa Missa em absoluta concentração. No momento do “Sanctus” tive um repentino desejo de sentir aquele indescritível perfume que senti muitas vezes, quando beijei a mão do Padre Pío. O desejo foi concedido logo em seguida. O cheiro do perfume me envolveu e aumentou o odor em demasiado. Não conseguia respirar normalmente. Tive que me apoiar no balaústre, com a mão para não cair. Estando a ponto de desmaiar, quando pedi ao Padre Pio, para me socorrer e evitar esta cena na frente de tantas pessoas. Naquele preciso instante o perfume desapareceu. Ao fim da tarde, acompanhei o Padre ao seu quarto, e pedi ao Padre explicações sobre o ocorrido, este me disse o seguinte: “Meu filho, não sou eu ou você. É Deus que atua. Ele deixa sentir este perfume, quando ele quer e a quem ele quizer. Tudo ocorre segundo o gosto dele próprio.”

"Saopio-WORDPRESS'